sexta-feira, 17 de julho de 2009

ACUPUNCTURA



A Acupunctura é uma terapêutica milenar que faz a prevenção, tratamento e cura de patologias através da inserção de finíssimas agulhas de ouro, prata ou aço inoxidável em determinadas regiões do corpo chamadas de “pontos de acupunctura”.
Os seus excelentes resultados são reconhecidos tanto pela Organização Mundial da Saúde como por pesquisas científicas.
Trata-se de uma excelente terapêutica integral que actua directamente em níveis complexos do funcionamento do ser vivo (psicológico, comportamental, biológico).
Publicamos para leitura o estudo do mestre Tavares da Silva, publicado na revista de Psicologia "Psicologia Actual":
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. ACUPUNCTURA SEM SEGREDOS: TRATAMENTO NATURAL, MILENAR E CIENTÍFICO*


(2007)
Alex Sandro Tavares da Silva
Psicólogo. Psicoterapeuta
Mestre em Psicologia pela “Universidade Federal do Rio Grande do Sul” (UFRGS)
Especializando em Acupuntura e Eletroacupuntura pelo “Colégio Brasileiro de Acupuntura” (CBA)
Editor da revista eletrônica “AcupunturaS”
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Há evidências de que a Acupuntura pode substituir o uso de remédios (sendo mais efetiva, rápida, duradoura, sem dependência, sem efeitos colaterais importantes, com menor custo financeiro ao paciente e ao sistema de saúde pública).
O uso da tomografia computadorizada (TC), da tomografia por emissão de pósitrons (PET), da imagem de ressonância magnética (MRI) e da imagem de ressonância magnética funcional (fMRI) apontam que a Acupuntura é eficaz (Cho et al, 2005). E
NCTURA:
Efeitos colaterais?
Logo após a Acupunctura, alguns pacientes relatam sonolência e uma grande sensação de relaxamento, o que é sem dúvida uma mais valia para uns, mas para outros pode ser menos bom se logo após a sessão tiverem que executar actividades que exijam grande concentração.
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Contra-indicações?

pessoas com fobia de agulha (nesse caso pode ser utilizado outro estímulo, como por exemplo, laser); febre muito alta; esgotamento físico; estado de embriaguez; distúrbios psicológicos graves (ex.: surto psicótico); jejum ou grave desnutrição; problemas de sangramento (ex.: hemofilia, uso de anticoagulantes); situações de emergência (ex.: fratura do crânio); indicação de intervenção cirúrgica (ex.: ataque cardíaco).
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Sente-se dor?

Não. Os pacientes relatam várias sensações, como, por exemplo, “calor”, “peso”, “distensão”, “choque”, “leve dor”, “formigamento”.
O importante é que todas essas sensações passam em menos de 5 segundos após a inserção da agulha.
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As agulhas transmitem doenças?
Não. Todas as agulhas são: descartáveis; esterilizadas; de uso único. Além disso, antes de inserir as agulhas, o acupunctor faz a higienização: das suas mãos e do local de inserção das agulhas.

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Doenças tratáveis?

A “Organização Mundial de Saúde” (WHO, 2002) publicou um documento que divulgou os resultados científicos da Acupunctura em comparação com o tratamento convencional (remédio) para 147 doenças.
Cito alguns desses achados:
• Acne - Desapareceu em 59% dos casos após 10 dias de tratamento.
• Álcool - Diminui a necessidade de ingerir álcool.
• Ansiedade - Eficácia superior à medicação convencional (mas sem efeitos colaterais).
• Arteriosclerose - Aumento da memória, da inteligência e da capacidade de cuidar de si mesmo em 68% dos casos.
• Asma - Efeito antiasmático em 93% dos casos e maior ventilação pulmonar em 68%.
• Ataque súbito de surdez - Eficácia em 90% dos casos após 2 semanas.
• AVC (sequela) - Dificuldade de articular palavras. Eficácia em 90% dos casos.
• Cirurgia cerebral - Cura dos sintomas pós-operatórios em 86% dos casos.
• Cocaína - Diminuição dos sintomas da abstinência em 44% dos casos.
• Cólica estomacal e intestinal - Alívio da dor em 98% dos casos.
• Cólon irritado - Melhora significativa em 93% dos casos.
• Convalescença - Efeito analgésico superior e mais rápido que a medicação convencional no pós-operatório.
• Depressão - Eficácia similar à medicação convencional (mas sem efeitos colaterais).
• Desintoxicação de álcool - Redução do álcool no sangue.
• Desintoxicação de tabaco - Redução da concentração de nicotina.
• Dor de cabeça - Alívio imediato em 80% dos casos.
• Dor lombar - Eficácia em 72% dos casos (superior à medicação convencional).
• Dor menstrual - Melhora em 91% dos casos.
• Dor nos olhos - Eliminação da dor em 90% dos casos.
• Ejaculação precoce - Eficácia em 83% dos casos.
• Enxaqueca - Eficácia em 80% dos casos.
• Esquizofrenia - Eficácia superior à da medicação convencional (78% dos casos).
• Excesso de gordura no sangue - Diminuição em 90% dos casos.
• Heroína - Diminuição dos sintomas da abstinência (anorexia, suor espontâneo e insônia) e redução da freqüência do uso.
• Hiperacidez no estômago - Eficácia em 95% dos casos.
• Hipertensão - Eficácia similar à medicação convencional (mas sem efeitos colaterais).
• Hipotensão - A pressão foi normalizada em 95% dos casos.
• Lactação deficiente - Aumento da lactação em 92% dos casos.
• Impotência sexual (não orgânica) - Eficácia em 60% dos casos.
• Infecção urinária recorrente - Desobstrução do trato urinário em 85% dos casos.
• Infertilidade - Eficácia em 75% dos casos.
• Inflamação na próstata - Alívio dos sintomas e melhora das funções sexuais superior à medicação convencional.
• Insônia - O sono foi totalmente normalizado em 98% dos casos.
• Obesidade - Supressão do apetite em 95% dos casos.
• Policisto no ovário - Cura obtida em 94% dos casos.
• Reações à radioterapia e/ou quimioterapia - Náuseas, vômitos e falta de apetite foram eliminadas em 93% dos casos.
• Rinite alérgica - Eficácia em 97% dos casos (superior e mais duradoura que a medicação convencional).
• Retardo mental - Aumento de 21% no QI (inteligência) e de 18% na adaptação social.
• Síndrome do estresse competitivo - Eficácia em 93% dos casos.
• Tabaco – Diminuição da vontade de fumar em 13% dos casos. Redução no hábito de fumar em 20% dos casos. Redução no prazer de fumar em 70% dos casos.
• Tontura - Eficácia em 75% dos casos.
• TPM - Alívio completo dos sintomas, sem recorrência por 6 meses, em 92% dos casos.
• Úlcera - Eficácia em 97% dos casos.
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* Artigo publicado no n.º 10 da revista “Psicologia Actual” (Lisboa, Portugal),
em 20 de Janeiro de 2007 - http://www.psicologia.com.pt/